Teorias de uma dama sem vagabundo.
“A brisa que vem do mar
Leva os pensamentos
Um de cada vez
Sempre devagar..
Jogados a algum lugar
Quem sabe possam vingar
Melhorar, eu não sei…
Sei apenas o quanto já chorei
Sei o quanto já amei, sofri…
Até mesmo ri, o que fazer…
Decepções e frustrações de uma vida
Acumulam-se, e propagam
Aumentam apenas a ferida
Que apenas dói e castiga…
Cheiro de morte, gosto de ódio..
Coisas fúnebres temperam a mente que sofre
Sofre por ter, e por não ter.
Por ser, e por não ser…
Quem vai entender…
Sei lá, quem sabe você?!..
Humanos, animais complexos!
Alguns dizem inteligentes..
Aí eu descordo, apenas amantes!
Apenas confiantes.
Mesmo que em uma confiança barata
Ou mesmo numa farsa, sabida e consentida.
Arrisca tudo por apenas amar…
Tolos, concordo, poderíamos ser apenas como os mortos.
Não sem vida, mas frios, rígidos e sem sentimentos..
Bom, a respeito da vida, não devemos criticar…
Apenas viver, e de longe comentar..
Brisa do mar seca as lágrimas
E a humanidade segue
Esquece as lástimas….
Viva a vida, e cuide da felicidade
Por mais difícil que seja
Até as pedras podem encontrar..
Basta apenas, Procurar!”